A boa performance da defesa Azul Escurina dividiu a equipa que decidiu premiar tanto Montenegro pela sua estreia como patrão da defesa assim como o aclamado Simão, veterano desta modesta mas ambiciosa agremiação.


Parabéns aos dois!


Mais uma vez a festa da taça voltou aos relvados de Manique para gáudio dos inúmeros espectadores que se deslocaram para assistir a este embate histórico, que opôs a equipa do MQP contra a equipa do….MQP.
Desde cedo se notou uma mudança de atitude nos Azuis depois da paupérrima exibição para o campeonato que resultou numa derrota. De facto, os Azuis comandavam as operações instalados no meio campo adversário. Os Tzubazsa apenas criavam algum frisson em lances de contra ataque explorando a velocidade dos seus homens mais avançados. Ainda no primeiro tempo se notou uma certa tensão entre as equipas que levou a expulsão dum Tzubazsiano, após entrada violenta sobre Fred (se não me engano) e consequente amostragem do segundo cartão amarelo, que já vinha a ser requisitado por este jogador. Se antes os Azuis já dominavam agora estavam em pleno controlo do jogo.
O golo acabou por chegar assim como o intervalo para acalmar os ânimos que estavam a ficar exaltados.
De novo em campo, os Tzubazsa demonstraram desde cedo uma nova e revigorada atitude que os levou ao empate nos minutos iniciais. Isto trouxe alguma intranquilidade e nervosismo aos Azuis, assim como ao jogo em geral, com o árbitro a ser muito assediado pelos jogadores de ambas as equipas. Após alguns lances de enorme perigo proporcionados pelos Azuis, o golo da vantagem foi obtido para frustração dos Tzubazsa que sentiram claramente a expulsão. O golo da tranquilidade foi obtido já no final do jogo sem que antes Xico Silva falhasse um penalty.